segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

 

                                                  ERA UMA VEZ...

Por Adalberto Pereira

Era uma vez um país chamado BRASIL. Em seu tempo áureo, respeitava e era respeitado. Nas escolas, cantava-se o Hino Nacional Brasileiro com a mão direta no coração, Todos ficavam em pé, quando os professores entravam na sala de aula. Era um sinal  de respeito.

Ali, Havia aulas de Educação Moral e Cívica, eram, também ministradas  aulas de Religião, Trabalhos Manuais, Canto Orfeônico {música}, Desenho. Os símbolos Nacionais eram respeitados. Não cuspiam no Pavilhão Nacional.

Era uma vez um país chamado BRASIL, onde famílias, à noite, se reuniam nas calçadas para por em dia os acontecimentos, sem o perigo de assalto à mão armada e sequestros. Enquanto isso, as crianças brincavam de “ciranda, cirandinha”, cercadas por um mundo de inocência.

As pessoas retiravam dinheiro do banco e contavam, enquanto se dirigiam aos seus veículos. Os aposentados eram respeitados em seus direitos. Os pais disciplinavam seus filhos sem a interferência de Conselhos Tutelares. Os lares eram invioláveis.

Era uma vez um país chamado BRASIL, onde o dia 7 de setembro, era um dia de festa e respeito, com desfiles escolares e das Forças Armadas. Nas calçadas, um público gigante aplaudia com entusiasmo os passos firmes e coordenados dos desfilantes.

Os operários com apenas dois salários mínimos faziam quatro feiras {uma por semana}, pagavam água, luz e aluguel e ainda se davam ao luxo de vestir ternos de linho e tropical. No período natalino, as empresas reuniam seus funcionários e os filhos eram contemplados com presentes.

Era uma vez um país chamado BRASIL onde o pai, ao fazer a matricula do filho, ia imediatamente à livraria mais próxima, colocava a lista sobre o balcão e o vendedor, feliz da vida, ia recolhendo item por item, sob o olhar ansioso e o sorriso de felicidade do garoto. Depois, entregava um calendário como lembrança.

Nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores, os políticos gritavam, não para beneficiar cabos eleitorais e amigos íntimos, mas em busca de melhorias para seus respectivos Estados ou municípios. Era a época do bipartidarismo.

Era uma vez um país chamado BRASIL, onde autoridades corajosas impediram a entrada do comunismo destruidor de sonhos. Onde não se conhecia a corrupção e onde os que defendiam a Nação, não saqueavam os cofres públicos,.

Lá, ninguém falava em trombadinhas, facções criminosas, traficantes; as cadeias eram vazias, porque a polícia tinha autoridade e era respeitada; delegados não soltava quem os policias prendiam; familiares de políticos não ficavam ricos de forma ilícita.

Era um país onde os três Poderes {Executivo, Legislativo e Judiciário agiam individualmente, cada um exercendo com responsabilidade suas respectivas funções. Era um país respeitado e um exemplo para outros protegidos pelo manto  da corrupção.

Era  uma vez um povo corajoso, que não se deixava intimidar por gritos histéricos, mas, destemido, empunhava as armas do direito e da verdade, contra os invasores de pensamentos democráticos.

ERA UMA VEZ...!

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