quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
ERA UMA
VEZ...
Por
Adalberto Pereira
Era
uma vez um país chamado BRASIL. Em seu tempo áureo, respeitava e era respeitado.
Nas escolas, cantava-se o Hino Nacional Brasileiro com a mão direta no coração,
Todos ficavam em pé, quando os professores entravam na sala de aula. Era um
sinal de respeito.
Ali,
Havia aulas de Educação Moral e Cívica, eram, também ministradas aulas de Religião, Trabalhos Manuais, Canto
Orfeônico {música}, Desenho. Os símbolos Nacionais eram respeitados. Não
cuspiam no Pavilhão Nacional.
Era
uma vez um país chamado BRASIL, onde famílias, à noite, se reuniam nas calçadas
para por em dia os acontecimentos, sem o perigo de assalto à mão armada e
sequestros. Enquanto isso, as crianças brincavam de “ciranda, cirandinha”, cercadas
por um mundo de inocência.
As
pessoas retiravam dinheiro do banco e contavam, enquanto se dirigiam aos seus
veículos. Os aposentados eram respeitados em seus direitos. Os pais
disciplinavam seus filhos sem a interferência de Conselhos Tutelares. Os lares
eram invioláveis.
Era
uma vez um país chamado BRASIL, onde o dia 7 de setembro, era um dia de festa e
respeito, com desfiles escolares e das Forças Armadas. Nas calçadas, um público
gigante aplaudia com entusiasmo os passos firmes e coordenados dos desfilantes.
Os
operários com apenas dois salários mínimos faziam quatro feiras {uma por semana},
pagavam água, luz e aluguel e ainda se davam ao luxo de vestir ternos de linho
e tropical. No período natalino, as empresas reuniam seus funcionários e os
filhos eram contemplados com presentes.
Era
uma vez um país chamado BRASIL onde o pai, ao fazer a matricula do filho, ia imediatamente
à livraria mais próxima, colocava a lista sobre o balcão e o vendedor, feliz da
vida, ia recolhendo item por item, sob o olhar ansioso e o sorriso de
felicidade do garoto. Depois, entregava um calendário como lembrança.
Nas
Assembleias Legislativas e nas Câmaras de Vereadores, os políticos gritavam,
não para beneficiar cabos eleitorais e amigos íntimos, mas em busca de
melhorias para seus respectivos Estados ou municípios. Era a época do bipartidarismo.
Era
uma vez um país chamado BRASIL, onde autoridades corajosas impediram a entrada
do comunismo destruidor de sonhos. Onde não se conhecia a corrupção e onde os
que defendiam a Nação, não saqueavam os cofres públicos,.
Lá,
ninguém falava em trombadinhas, facções criminosas, traficantes; as cadeias eram
vazias, porque a polícia tinha autoridade e era respeitada; delegados não
soltava quem os policias prendiam; familiares de políticos não ficavam ricos de
forma ilícita.
Era
um país onde os três Poderes {Executivo, Legislativo e Judiciário agiam individualmente,
cada um exercendo com responsabilidade suas respectivas funções. Era um país
respeitado e um exemplo para outros protegidos pelo manto da corrupção.
Era uma vez um povo corajoso, que não se deixava
intimidar por gritos histéricos, mas, destemido, empunhava as armas do direito
e da verdade, contra os invasores de pensamentos democráticos.
ERA
UMA VEZ...!
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
MENSAGEM DE FÉ E GRATIDÃO
Por Adalberto Pereira
Chega ao fim mais um
ano. Para uns, foram-se as esperanças. Para outros a alegria das vitórias.
Nesse paradoxo, o mundo continua sobrevivendo. Entre vitórias e derrotas, os
sonhos continuam. Novos abraços e novas palavras de esperança. Nada de
pessimismo.
Passadas as
festividades natalinas, é chegado o momento de vivermos mais uma comemoração. Ansiosos
estamos pela chegada de um ano novo. São momentos de novas esperanças e de
novos sonhos.
Não poderíamos iniciar
esta mensagem sem olhar para o Alto e render graças ao nosso DEUS Divino,
Santo, Soberano e Todo Poderoso. Ele foi o único amigo fiel e sempre presente
em nossos momentos de tristezas e alegrias.
Obrigado SENHOR,
por ser fiel, mesmo diante da nossa
infidelidade, ser justo apesar da nossa injustiça, ser agradável apesar da
rejeição de muitos. Sempre presente, nunca nos esqueceu.
Nos 365 dias que toleramos,
mesmo com os nossos constantes murmúrios, enfrentamos momentos difíceis, mas o amor, a
bondade, a misericórdia e a justiça Divina, nos fortaleceram, dando-nos coragem
e força para vencermos os obstáculos.
Agradecemos aos nossos
familiares que, nos momentos mais difíceis, estiveram sempre ao nosso lado. Somos
gratos, também aos amigos, que nos enviaram
mensagens de otimismo, renovando as forças para esquecermos os desencantos da
vida.
Ao amigo de irmão
Nilton Moura, a minha gratidão pelo carinho com que conduziu os programas: “A
Hora da Palavra” e “100 por cento Gospel”. Foi uma união que deu carto. Tivemos
tudo em comum, sem deslizes em nossa amizade.
Em 118 programas apresentados,
a presença de DEUS foi fundamental para alcançarmos o sucesso, com uma invejável
audiência. Se for a vontade de DEUS, com certeza estaremos com a mesma coragem
e disposição para entrarmos em sua casa com a palavra de salvação.
Nada teria sido
possível, se não estivessem ao meu lado minha esposa Cleide, meus filhos
Patrícia Joyce, Joycicleide e Weslei. Meus agradecimentos especiais ao meu
genro Leonardo Santana. Este sempre esteve presente nos momentos certos.
Gratidão também aos
meus filhos Almir, Aldenice, Ademir {evangelista} e Aldyene. Estes nunca esqueceram
de desejar-me saúde e vitórias.
Orgulha-nos termos
ultrapassado fronteiras com o nosso programa “Cem por cento Gospel” sendo
assistido na cidade de San Sebastian, na Espanha. Em oração, pedimos a Deus que
nos levasse até o programa 100. Ele foi generoso e chegamos ao 118.
Pela graça do SENHOR,
conquistamos ouvintes nos Estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Bahia, São
Paulo e nesta caminhada vitoriosa chegamos à `Espanha. Se não enumeramos os
amigos que nos honraram com seus
incentivos, é para não esquecermos de alguns e causarmos constrangimentos.
Estamos felizes porque
as vitórias foram maiores que as derrotas. O ano de 2025 vai embora e nunca mais voltará,
mas levará consigo o meu carinho, a minha admiração e uma gratidão sincera.
Agora, é esperar que
este ano de 2026 não seja tão diferente
ao ponto de termos saudades do que passou. A todos um abraço cordial e a
esperança de vivermos dias iguais ou até melhores, sempre na honrosa e indispensável companhia do Pai, do Filho e
do Espirito Santo. A você que leu esta mensagem, um FELIZ E ABENÇOADO ANO NOVO.
Adalberto Pereira e Familiares.
-o-o-o-o-o-o-o-o-
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quarta-feira, 30 de julho de 2025
VALDEIR BATISTA: UM NOME QUE NÃO SERÁ ESQUECIDO
Há momentos em que o silêncio nos faz sofrer menos. O dia 26 foi, para mim, um dia de silêncio. Por mais que tentasse, as palavras não fluíam para que eu pudesse desabafar uma tristeza incomum. A notícia do falecimento do amigo Valdeir Batista foi, para mim, um golpe fulminante e inacreditável.
Preferi o silêncio. Afinal, o chorar em silêncio também é capaz de mostrar um sentimento profundo e verdadeiro. Qualquer mensagem produzida naquele momento seria apenas uma mensagem. E isso não faz parte do meu ego. Eu não estava diante de uma simples informação sobre a morte de alguém. Era a morte de um grande amigo.
O carinho, o respeito, a amizade que eu sentia pelo amigo Valdeir Batista, tudo foi resultado de uma convivência sincera e leal. Era um respeito mútuo, recíproco. Nossa amizade foi fortalecida ainda mais quando eu fui por ele escolhido para “comandar” o Departamento de Jornalismo da Rádio Arco Iris FM.
Normando Sóracles Gonçalves era seu sócio na nova emissora, junto a José Rodovalho. E foi o próprio Normando quem me procurou para assumir a honrosa missão. Ele me dissera que era uma exigência de Valdeir a minha contratação. In loco, aceitei.
Até então, não conhecia o lado humano e a simplicidade de um empresário do nível de Valdeir Batista. Sincero, honrado e dono de uma das maiores virtudes que um homem pode ter: a arte de ouvir as pessoas. Com uma simplicidade incrível e um sorriso que lhe era próprio, ele dialogava de forma amigável, independente de quem estivesse à sua frente.
Valdeir era surpreendente. Estava eu na Praça Frei Ibiapina. Era uma manhã de sábado, quando fui procurado por José Rodovalho. “Venha rápido! Me acompanhe, que Valdeir quer falar com você e é urgente” – disse ele, fazendo com que o seguisse às pressas. Eu estava sendo convocado para coordenar o Comitê Eleitoral da campanha do Dr. Valdemir Batista, seu irmão, candidato a prefeito de Araripina.
Como Valdeir me descobriu, eu não sei explicar. Também nunca procurei saber. A cada momento ele me surpreendia. Até no momento em que, lá no Comitê e diante de todos, ele chamou d. Vandeilza e determinou: - Tudo que Adalberto precisar, atenda na hora! Ele será o responsável por este Comitê a partir de hoje! E não deixa nada pra depois!
No momento eu não dei muito crédito ao que acabara de ouvir. Podia ser fruto de uma empolgação. Mas, ao longo da campanha, tudo foi cumprido à risca, conforme ele havia determinado. “Finalmente, um homem de palavra”, pensei eu. Para compensar a confiança em mim depositada, me esforcei ao máximo. Como resultado, no dia 8 de novembro, alcançamos uma grande e esmagadora vitória. Era o ano de 1988.
Certa vez, um amigo, em conversa, lá na Praça do Hospital, disse-me ter perguntado ao Valdeir, por que ele não me contratava para a Arari, ao que ele havia respondido: - Adalberto é caro. A rádio não tem condições de contratá-lo. Ele nem sabia o quanto eu sonhava em ser seu funcionário. Trabalhar para Valdeir era um prêmio que poucos conseguiriam conquistar.
A inteligência de Valdeir Batista era inconfundível e inquestionável. Ele sabia muito bem quando as pessoas tentavam se aproveitar de sua generosidade para explorá-lo. Com uma educação incrível, e bastante precavido, sabia a decisão a ser tomada.
Valdeir tinha seus gestos próprios para os momentos adequados. Seu sorriso verdadeiro e até meio tímido mostrava sua satisfação diante da situação, da mesma forma que seu jeito sério dava a entender quando a situação não lhe agradava. Eu até aprendi a distinguir esses dois lados.
Mas, Valdeir Batista era muito mais. Suas qualidades não podem ser conceituadas com palavras. Como deputado, na Assembleia Legislativa sempre defendeu as principais causas de Araripina. Como chefe do Executivo Municipal, foi um exemplo para as futuras gerações. Exemplo, inclusive, seguido, pelo irmão Valdemir Batista.
Hoje, Araripina chora a perda de uma figura tão importante para a sua história. História esta que já era portadora e repletas de fatos inesquecíveis. Valdeir Batista, que contribuíra com o desenvolvimento industrial da região, com a implantação da ARTESA e ARTEFIL, deixa um grande exemplo de amor pela cidade que o adotara como mais um dos seus filhos ilustres.
Talvez eu tenha demorado demais para me posicionar diante de um momento tão lamentável. Mas eu precisava me desfazer daquela tristeza que me pegara de surpresa. Não foram poucas as vezes que, ao produzir este texto, parei para me certificar de tudo era verdade. Não foi fácil conseguir chegar até aqui.
Que DEUS em sua infinita misericórdia, acalente e conforte os corações aflitos e ainda inconformados de todos os que integram a família do saudoso, mas sempre lembrado VALDEIR BATISTA, um nome que sempre estará guardado no fundo do meu coração.
Por Adalberto Pereira


