segunda-feira, 9 de março de 2020

ACONTECEU DE VERDADE!


PARECE IMPOSSÍVEL, MAS ACONTECEU.   
    
01 – Maurício Brasilino Leite era um diretor bastante exigente e isso levava alguns funcionários da Rádio Espinharas, da década de 60, achá-lo um tanto chato. Certo dia ele foi até o estúdio e reclamou do alto volume do rádio. Daí, ele fez uma marca com a caneta e disse para Pedro Correia que não era pra passar um milímetro daquela marca. Esta ordem foi repassada a todos os demais funcionários da emissora.

Ele gostava muito da música “Só Louco”, de Caubi Peixoto. Certo dia, ao ouvir a dita cuja, mandou que um funcionário fosse até o estúdio mandar o "controlista" do horário aumentar o volume, para ele ouvir sua música preferida. E quem estava lá??? Pedro Correia! Cumpridor das normas da empresa e como era de se esperar, ele não cumpriu a ordem do “chefe”. 

Maurício foi até lá, tentou aumentar o volume, mas Pedro não deixou, formando-se uma confusão terrível. A música terminou, entrou na outra faixa e Maurício acabou não ouvindo “Só Louco”. Na verdade, louco mesmo ficou ele com o Pedro Correia, que nem se preocupou com a revolta do "chefe".

- Por Adalberto Pereira - 

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PARECE IMPOSSÍVEL, MAS ACONTECEU.  


02 – Pedro Correia, de saudosa memória, tinha uma barraca, onde vendia caldo de cana, próximo ao mercado modelo de Patos. Certo dia, Roberto Fernandes (nosso saudoso Jabiraca), foi fazer uma cobrança de um anunciante, cujo comércio ficava em frente à barraca do “Pedoca”. Passados alguns minutos, Roberto volta e resmungando, para no comércio do amigo para ganhar, como de costume, um copo de caldo e um saboroso pão doce. 

Notando o jeito do “Jabiraca”, Pedro, que também era funcionário da R. E. P., quis saber o que havia acontecido. Roberto contou que não havia recebido o dinheiro e que fora mal recebido pelo comerciante. De imediato, Pedro pegou um facão de cortar cana, foi até a casa comercial, deu uma “lapada” com o facão em cima do balcão e gritou para o proprietário da loja: 

- Ou eu levo o dinheiro da rádio agora ou levo a sua cabeça! 

Se o comerciante ficou com a cabeça no lugar, com certeza o pagamento foi feito!

- Por Adalberto Pereira - 
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